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O “amor” não se mede às SMS’s (ou mede?)

O “amor” não se mede às SMS’s (ou mede?)

(…espero bem que não, que isto por cá está pelas ruas da amargura! )
Tive um choque hoje! Não é que eu ainda não tivesse reparado, mas ainda não tinha parado para pensar nisso.
A casa da minha sogra está em arrumações e pinturas, e como sempre que estas coisas acontecem nas casas, lá se encontram grandes pérolas do passado! E desta vez fomos encontrar um livro que eu fiz ao D. no dia em que fizemos 1 ano que andávamos.
Um livro com a transcrição de um ano de SMS’s trocadas. Adorámos rever as coisas que dizíamos há 7 anos atrás e, principalmente, a quantidade e a extensão das mesmas. São 72 páginas de SMS’s, a maioria delas com várias linhas de frases meladas!
De um salto, pego no meu telemóvel para ver as ultimas mensagens trocadas. O choque! Uma média de uma mensagem por mês nos últimos 3 anos. 85% delas com conteúdos como “Cheguei”, “Estou à Porta”, “O que precisas do supermercado?”; 10% fotografias dos nossos filhos e 5% mensagens queridas, mas curtas, ao género do “Dorme bem” e “love u”.
Quando é que isto começou a correr mal?
Este ano, está decidido, vou-me dedicar mais às SMS’s cor-de-rosa! É que não custa nada e sabe tão bem!
M.

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“Shades” é para pintar os olhos não é?

“Shades” é para pintar os olhos não é?

Piroso ou não, adoro o dia dos namorados! Confesso que tenho “inveja” de quem diz que o dia dos namorados é todos os dias!
Não sei se foi com medo de mim ou não, mas o D. não se esqueceu, e eu fiquei muito contente com as várias surpresas que me foi fazendo durante o dia. SMS (x1 – mas já é de festejar), telefonemas (x2), o nosso jantar a dois (em casa mas com os miúdos a dormir) e no final um presente (iupi). Um não, três (uau!).
Os livros de que toda a gente fala (e eu também andava a falar) já cá cantam! Não sei se bons ou maus, mas eu não quero morrer burra! O pior é que com a mania que sou esperta, o D. ofereceu-me os livros em Inglês! Ups, é que há contextos em que eu até me dou bem, mas confesso que esta é um contexto gramatical em que eu não sou expert (mas vou ficar)!
M.

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Em jeito de pré-aviso.

Em jeito de pré-aviso.

É piroso, é comercial, é forçado, é tudo isso eu sei, mas é só para avisar que se te esqueceres do dia apanhas! Até amanhã darling.
M.

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Quem quer faz, quem não quer…

Quem quer faz, quem não quer…

Querido Cunhado, reforçando os teus bons serviços de “concierge” agradeço que para a próxima entres em acção mais cedo.
1 mês antes..
Já temos os bilhetes de avião?
M: Sim
3 semanas antes…
Pagámos os bilhetes com que Visa? Não me aparece nada.
M: Então deve ter sido com o meu.
1 dia antes…
Temos os bilhetes electrónicos?
M: Sim
Antes de sairmos de casa…
E o cartão de cidadão não te esqueces?
M: Achas?
No check-in:
Hospedeira: Identificação por favor.
M: Ahhhh, não está na minha carteira!
Hospedeira: Calma, em que nome estão os voos?
30 min antes….
Hospedeira: Desculpe informar mas os nomes não constam deste voo.
M: Não pode ser!
5 min depois do voo….
eDreams: Enviámos-lhe um email a confirmar alterações ao voo reservado, que nunca foi respondido. Cancelámos a reserva.
M: Mas eu paguei!
eDreams: Desculpe mas nunca lhe cobrámos nada.
Obrigado M.
D.

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A hora da coca-cola light.

A hora da coca-cola light.

Confesso que secretamente sempre andei à espera que um momento como esse acontecesse cá em casa. É uma parte do meu imaginário de adolescente que devo à sagrada marca de refrigerantes.
Ora vejamos: “um senhor bem constituído (1), com dotes para a bricolage (2), faz uma pausa merecida depois de um trabalho árduo (3) para beber uma coca-cola light, sem camisa (4), connosco”. Não há nada mais sexy!
Pois bem, este fim de semana, finalmente esse momento aconteceu! Depois de muitos pedidos subtis (“O S. hoje atirou-se de bicicleta para cima destes quadros” “A I. tem uns quadros tão giros na parede”…) o meu querido D. entra em casa todo sorridente de Broca (é assim que se diz?) em riste! Uau!!!
Não podia perder este espectáculo há tanto aguardado!
Medidas para trás, medidas para a frente e eis que começa a fazer o buraco! E eu já a preparar a dita Coca-Cola para o recompensar depois de árduo trabalho!
Mas….
(1) Verdade
(2) Falso. Buraco(ão) na parede, quadros no chão.
(3) Falso. Nem um pingo de suor.
(4) FALSO
e agora, onde é que reclamo?
M.

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O “comer” na mesa!

O “comer” na mesa!

Minha querida M! A tua capacidade de persuasão fez com que me adiantasse uma década em relação a feitos que eu esperaria alcançar com maior maturidade e, adiar outros que a maturidade e o bom senso os fazem parecer menos imprescindíveis ou fundamentais, tais como:

1. Reformar-me aos 30 anos – claramente adiei-o por uma década;
2. Nunca sucumbir à formalidade de uma indumentária própria para dormir (vulgo “pijama”) antes dos 50;
3. Não saber pronunciar mais do que cinco tipos de vegetais diferentes e, muito menos, identificar quais são os mais adaptados às diferentes fases de crescimento de um mamífero, que nunca deveria acontecer antes dos 40;
4. Ter a primeira aproximação a um fogão só depois dos 40, continuando até lá a utilizar com muito maior frequência o micro-ondas em detrimento de um outro qualquer artefacto que sirva para cozinhar alimentos e que demore mais do que 30 segundos para o fazer.
Enfim, são claramente feitos/premissas que expiraram de uma forma tão natural como tantos outros tomaram forma. Um deles seria ter o jantar na mesa…e não vale a pizza “flambée” com que me presenteaste um destes dias…
D.

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Nem nesta nem noutras!

Nem nesta nem noutras!

Pois é D. nem eu! Se há um ano atrás alguém me dissesse que íamos ter um blogue os dois, era como dizerem-me agora que daqui a um ano ias ser um chef gourmet!
Há outras várias coisas que, quando te conheci (há 10 anos atrás), também dizias que nunca te irias meter e, olha… Algumas delas, assim só para entrada:
- Casar antes dos 30
- Ter filhos antes dos 30
- Fazer um interrail
esta é mais uma delas! E se nos rir-mos tanto disto como das outras 3 coisas em que acabaste por te meter, já valeu a pena!
Há outra, porém, que sei que sempre fez(faz!) parte do teu imaginário adolescente, que era ter um porsche aos 30, e que também não se concretizou! Desta não me gabo da proeza!
Mas deixa lá, quando fores grande vais ter um!
M.

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