Posts made in February, 2013

Mais cavalos que vacas!

Mais cavalos que vacas!

Com 33 anos, foi preciso rebentar o escândalo da Carne de Cavalo para eu começar a desconfiar que deve existir por aí um daqueles grandes complôs, ao género dos: “O homem nunca pisou na Lua” e “A industria Farmaceutica é que criou o vírus da Gripe A” que encobre um mistério à cerca desta espécie.
É que ao contrário do que eu sempre pensei, parecem agora os dados apontar para a existência de muitos mais cavalos do que vacas neste mundo.
Resta agora saber onde é que as fábricas de cavalo se escondem? De certeza que os restos dos queridos cavalos que vemos nos vários hipódromos deste mundo não chegam para juntar tantos Kg de carne que agora se vieram descobrir nas carnes picadas por aí.
D.

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“Puzetes”

“Puzetes”

Mas porquê este total fascínio do S. por “puzetes” e tudo o que gira à sua volta? Não é que me chateie, e até acho(ava) imensa graça à cara que ele faz e às gargalhadas que ele dá sempre que isso lhe acontece. Não sei se isto é de familia (porque o meu sobrinho L. também adora esta temática e os dois juntos estão sempre nesta dos puzetes e cócós) ou se é próprio da idade.
Até aqui tudo bem…
O problema é que a dimensão do fascínio está a tomar proporções descontroladas ao ponto de, no Domingo, na Missa, ter dito várias vezes, alto e a bom som, que o Jesus (diga-se Padre) estava a dar “puzetes” sempre que ouvia um som mais esquisito do microfone. Constrangedor, é certo, mas pelo menos estavam ali testemunhas para defender o Padre!
Agora grave grave é o S. ter chegado hoje à sala, pela minha mão, e à porta ter dito à Professora que eu tinha dado um!
Para piorar a coisa, a Professora sem perceber o que ele tinha dito, perguntou, “o quê querido?” a olhar para mim numa de “ajude-me-que-eu-não-estou-a-perceber” e eu a abanar a cabeça numa de “nada-nada-não-está-a-dizer-nada”.
Como boa Professora que é não desistiu de tentar entender o que o S. lhe estava a dizer e voltou a insistir. Quando percebeu ficou a olhar para mim com cara de “não-adianta-disfarçar-que-ele-desmacarou-a” e eu, agora sim, com a verdadeira cara de “traque” limitei-me a encolher os ombros.
Morri e não tenho alibi.
M.

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O “amor” não se mede às SMS’s (ou mede?)

O “amor” não se mede às SMS’s (ou mede?)

(…espero bem que não, que isto por cá está pelas ruas da amargura! )
Tive um choque hoje! Não é que eu ainda não tivesse reparado, mas ainda não tinha parado para pensar nisso.
A casa da minha sogra está em arrumações e pinturas, e como sempre que estas coisas acontecem nas casas, lá se encontram grandes pérolas do passado! E desta vez fomos encontrar um livro que eu fiz ao D. no dia em que fizemos 1 ano que andávamos.
Um livro com a transcrição de um ano de SMS’s trocadas. Adorámos rever as coisas que dizíamos há 7 anos atrás e, principalmente, a quantidade e a extensão das mesmas. São 72 páginas de SMS’s, a maioria delas com várias linhas de frases meladas!
De um salto, pego no meu telemóvel para ver as ultimas mensagens trocadas. O choque! Uma média de uma mensagem por mês nos últimos 3 anos. 85% delas com conteúdos como “Cheguei”, “Estou à Porta”, “O que precisas do supermercado?”; 10% fotografias dos nossos filhos e 5% mensagens queridas, mas curtas, ao género do “Dorme bem” e “love u”.
Quando é que isto começou a correr mal?
Este ano, está decidido, vou-me dedicar mais às SMS’s cor-de-rosa! É que não custa nada e sabe tão bem!
M.

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Quando uma mãe vos disser que está em casa a trabalhar…

Quando uma mãe vos disser que está em casa a trabalhar…

…com os filhos, não acreditem!
É uma missão mais impossível do que aquelas em que o Tom Cruise se safa, cansado, mas divino.
Já me tinham avisado, e eu até sabia, mas o nosso cérebro tem destas coisas, é que nós gostamos tanto deles bebés que o cérebro arruma nas catacumbas as memórias dos dias enfiados em casa. Mas ainda assim, temos a ilusão de que “Oh Sr. Chefe/ Srs. Clientes, eu vou para casa que a minha filha está doente, mas não se preocupe que está tudo controlado”. MENTIRA!
Fazemos muitas coisas, é certo, mas não é trabalhar!
Há quase 15 dias em casa, lista de coisas urgentes a perder de vista, a empresa em plena queda livre e eu para aqui a cantar “as doidas das galinhas”!
E ainda dizem que a culpa é do Passos.
M.
PS – Esta realidade só se pega se forem “a” Mãe.

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Não, não são ostras.

Não, não são ostras.

Não será novidade para ninguém a constante mudança de estado de espírito e de sentimentos. Não será também novidade, que este mesmo turbilhão de sentimentos e vontades, se possa muitas vezes referir a questões que deveriam ser mais… constantes, diria. Contudo não são raras as vezes em que o contraste entre a vontade/necessidade de estar junto da C e do S se bate com a espontânea fantasia de me ver longe dali momentaneamente.

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Principalmente ao Domingo à noite, depois de um fim de semana invernoso, em que a quantidade de calorias ingeridas ficaram em larga escala subaproveitadas.
O sentimento está muito próximo do que acontecia na altura do regresso às aulas, há uns bons anos atrás, em que a vontade de voltar a ver toda a entourage era tal, que se perdiam horas de sono a imaginar o reencontro, a necessidade de relatar cada momento vivido e de ouvir as diversas histórias de Verão. Tudo isto fazia com que os primeiros dias, vá 3 dias, passassem a correr. Porém, depois da excitação inicial, tudo se dissipava e ao 4 dia já ansiávamos o regresso às férias.
Bom, para tentar amenizar este sentimento, claramente que tem de existir um momento a sós e a dois, em jeito de regresso às “férias”. Para isso eu e a M decidimos, pelo menos uma vez por mês sair, esquecer (não é possível) e ter um momento a sós, que aproveitamos para carregar as baterias (claramente viciadas).
Começámos por fazê-lo em Janeiro e, seguindo algumas recomendações, jantamos no Osteria (que quer dizer “tasca” em italiano). Foi uma óptima surpresa. Um restaurante como se quer: bom, giro e em conta!

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Deliciámo-nos com um risoto e com uma polenta* e fechámos com o doce do dia: tarte de limão.
Recomendamos vivamente. É obrigatória marcação.
Este mês há mais!
D.
*enfiada um bocadinho à pressa com medo da Sra. Dona Italiana que pormpouco nos pregou um cachaço pela polenta estar a arrefecer

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“Shades” é para pintar os olhos não é?

“Shades” é para pintar os olhos não é?

Piroso ou não, adoro o dia dos namorados! Confesso que tenho “inveja” de quem diz que o dia dos namorados é todos os dias!
Não sei se foi com medo de mim ou não, mas o D. não se esqueceu, e eu fiquei muito contente com as várias surpresas que me foi fazendo durante o dia. SMS (x1 – mas já é de festejar), telefonemas (x2), o nosso jantar a dois (em casa mas com os miúdos a dormir) e no final um presente (iupi). Um não, três (uau!).
Os livros de que toda a gente fala (e eu também andava a falar) já cá cantam! Não sei se bons ou maus, mas eu não quero morrer burra! O pior é que com a mania que sou esperta, o D. ofereceu-me os livros em Inglês! Ups, é que há contextos em que eu até me dou bem, mas confesso que esta é um contexto gramatical em que eu não sou expert (mas vou ficar)!
M.

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Em jeito de pré-aviso.

Em jeito de pré-aviso.

É piroso, é comercial, é forçado, é tudo isso eu sei, mas é só para avisar que se te esqueceres do dia apanhas! Até amanhã darling.
M.

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Põem-te na alheta!

Põem-te na alheta!

Ora aqui está uma realidade que não vem nos livros. Que não faz parte do nosso imaginário adolescente quando sonhamos um dia com a nossa família. Não há fotografias nem destaque.
Pois é, mas o Ranho entra e não pede licença! É uma espécie de “sem terra” que se apodera dos nossos lares 6 meses por ano e que não se faz passar despercebido.
Ele manipula o dia a dia das casas e é responsável por dezenas de birras e fins de semana em retiro. Vive dentro do nariz dos nossos filhos (com a conivência deles que o protegem com garras e dentes), mas também gosta do “laréu”. As suas excursões preferidas incluem bochechas, costas das mãos, camisolas, fronhas, paredes, sofás, cabelos, blazers…
É, digamos assim, o filho-que-não-é-filho, pois apesar de lá estar, não têm estatuto de agregado familiar, que sempre nos dava uma ajudinha no IRS.
M.

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O pipi.

O pipi.

O S. andava na expectativa que a C. nascesse. Não estava nem contente nem triste, estava expectante mesmo. O que é que viria aí e como é que isso ia mudar a vida cá de casa.
Adorou visitar-nos no hospital porque a C. lhe trouxe CARROS, que é a 2ª fonte de vida do S. a seguir ao leite.
Já em casa não a largava e olhava com atenção todos os movimentos e expressões desta nova “criatura”.
O momento da muda das fraldas sempre foi especialmente importante. Lá vinha ele ver, com toda a atenção e seriedade, este momento espectacular!
Não falava, não se ria, só olhava! Eu percebi porquê e lá lhe ía explicando que a C. era menina e blábláblá. Mas ele continuava com cara de caso.
Até que um dia, ele finalmente deitou cá para fora a intriga que lhe ía na cabeça:
“Oh Mãe, porque é que a C. têm o rabo à frente?”
M.

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